Existem coisas que por mais que você olhe não consegue, as vezes, enxergar a mensagem.É o caso de alguns logotipos que contém verdadeiras mensagens subliminares em seu design. Quer ver?
Na Amazon você encontra de tudo, de A a Z como indica a seta da sua logo.
A seta no logotipo da FedEx
O que está escrito no logo da Toyota? Toyota... é lógico!
O "C" (em branco) no logotipo do Carrefour?
O dragão engolindo um homem no escudo da Alfa Romeu?
Mecano - Hijo de la luna (World Music Awards, 1990)
Mecano Hijo De La Luna
Tonto el que no entienda Cuenta una leyenda Que una hembra gitana Conjuro a la Luna hasta el amanecer Llorando pedía Al llegar el día Desposar un calé
Tendras a tu hombre piel morena Desde el cielo hablo la Luna llena Pero a cambio quiero El hijo primero Que le engendres a él Que quíen su hijo inmola Para no estar sola Poco le iba a querer
{Refrain:} Luna quieres ser madre Y no encuentras querer Que te haga mujer Dime Luna de plata Que pretendes hacer Con un niño de piel Hijo de la Luna
De padre canela nació un niño Blanco como el lomo de un armiño Con los ojos grises En vez de aceituna Niño albino de Luna Maldita su estampa Este hijo es de un payo Y yo no me lo cayo
{Refrain}
Gitano al creerse deshonrado Se fue a su mujer cuchillo en mano: ¿De quién es el hijo? Me has engañao fijo Y de muerte la hirio Luego se hizo al monte Con el niño en brazos Y allí le abandono
{Refrain}
Y en las noches que haya Luna llena Será porque el niño esté de buenas Y si el niño llora Menguará la Luna Para hacerle una cuna Y si el niño llora Menguará la luna Para hacerle una cuna
"Vem por aqui" - dizem-me alguns com os olhos doces Estendendo-me os braços, e seguros De que seria bom que eu os ouvisse Quando me dizem: "vem por aqui!" Eu olho-os com olhos lassos, (Há, nos olhos meus, ironias e cansaços) E cruzo os braços, E nunca vou por ali...
A minha glória é esta: Criar desumanidade! Não acompanhar ninguém. - Que eu vivo com o mesmo sem-vontade Com que rasguei o ventre à minha mãe
Não, não vou por aí! Só vou por onde Me levam meus próprios passos...
Se ao que busco saber nenhum de vós responde Por que me repetis: "vem por aqui!"?
Prefiro escorregar nos becos lamacentos, Redemoinhar aos ventos, Como farrapos, arrastar os pés sangrentos, A ir por aí...
Se vim ao mundo, foi Só para desflorar florestas virgens, E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada! O mais que faço não vale nada.
Como, pois sereis vós Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem Para eu derrubar os meus obstáculos?... Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós, E vós amais o que é fácil! Eu amo o Longe e a Miragem, Amo os abismos, as torrentes, os desertos...
Ide! Tendes estradas, Tendes jardins, tendes canteiros, Tendes pátria, tendes tectos, E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios... Eu tenho a minha Loucura ! Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura, E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém. Todos tiveram pai, todos tiveram mãe; Mas eu, que nunca principio nem acabo, Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.
Ah, que ninguém me dê piedosas intenções! Ninguém me peça definições! Ninguém me diga: "vem por aqui"! A minha vida é um vendaval que se soltou. É uma onda que se alevantou. É um átomo a mais que se animou... Não sei por onde vou, Não sei para onde vou - Sei que não vou por aí!
VILA DO CONDE
Pseudônimo literário de José Maria dos Reis Pereira. Nasceu em Vila do Conde, em 1901 e nessa mesma vila faleceu em 1969.