Então

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Álvaro de Campos - A Melhor Maneira de Viajar é Sentir


Foto Juliana Camargo Macedo

A Melhor Maneira de Viajar é Sentir

Afinal, a melhor maneira de viajar é sentir.
Sentir tudo de todas as maneiras.
Sentir tudo excessivamente,
Porque todas as coisas são, em verdade, excessivas
E toda a realidade é um excesso, uma violência,
Uma alucinação extraordinariamente nítida
Que vivemos todos em comum com a fúria das almas,
O centro para onde tendem as estranhas forças centrífugas
Que são as psiques humanas no seu acordo de sentidos.

Quanto mais eu sinta, quanto mais eu sinta como várias pessoas,
Quanto mais personalidade eu tiver,
Quanto mais intensamente, estridentemente as tiver,
Quanto mais simultaneamente sentir com todas elas,
Quanto mais unificadamente diverso, dispersadamente atento,
Estiver, sentir, viver, for,
Mais possuirei a existência total do universo,
Mais completo serei pelo espaço inteiro fora.
Mais análogo serei a Deus, seja ele quem for,
Porque, seja ele quem for, com certeza que é Tudo,
E fora d'Ele há só Ele, e Tudo para Ele é pouco.

Cada alma é uma escada para Deus,
Cada alma é um corredor-Universo para Deus,
Cada alma é um rio correndo por margens de Externo
Para Deus e em Deus com um sussurro soturno.

Sursum corda! Erguei as almas! Toda a Matéria é Espírito,

Porque Matéria e Espírito são apenas nomes confusos
Dados à grande sombra que ensopa o Exterior em sonho
E funde em Noite e Mistério o Universo Excessivo!
Sursum corda! Na noite acordo, o silêncio é grande,
As coisas, de braços cruzados sobre o peito, reparam

Com uma tristeza nobre para os meus olhos abertos
Que as vê como vagos vultos noturnos na noite negra.
Sursum corda! Acordo na noite e sinto-me diverso.
Todo o Mundo com a sua forma visível do costume
Jaz no fundo dum poço e faz um ruído confuso,

Escuto-o, e no meu coração um grande pasmo soluça.

Sursum corda! ó Terra, jardim suspenso, berço
Que embala a Alma dispersa da humanidade sucessiva!
Mãe verde e florida todos os anos recente,
Todos os anos vernal, estival, outonal, hiemal,
Todos os anos celebrando às mancheias as festas de Adônis
Num rito anterior a todas as significações,
Num grande culto em tumulto pelas montanhas e os vales!
Grande coração pulsando no peito nu dos vulcões,
Grande voz acordando em cataratas e mares,
Grande bacante ébria do Movimento e da Mudança,
Em cio de vegetação e florescência rompendo
Teu próprio corpo de terra e rochas, teu corpo submisso
A tua própria vontade transtornadora e eterna!
Mãe carinhosa e unânime dos ventos, dos mares, dos prados,
Vertiginosa mãe dos vendavais e ciclones,
Mãe caprichosa que faz vegetar e secar,
Que perturba as próprias estações e confunde
Num beijo imaterial os sóis e as chuvas e os ventos!

Sursum corda! Reparo para ti e todo eu sou um hino!
Tudo em mim como um satélite da tua dinâmica intima
Volteia serpenteando, ficando como um anel
Nevoento, de sensações reminescidas e vagas,
Em torno ao teu vulto interno, túrgido e fervoroso.
Ocupa de toda a tua força e de todo o teu poder quente
Meu coração a ti aberto!
Como uma espada traspassando meu ser erguido e extático,
Intersecciona com meu sangue, com a minha pele e os meus nervos,
Teu movimento contínuo, contíguo a ti própria sempre,

Sou um monte confuso de forças cheias de infinito
Tendendo em todas as direções para todos os lados do espaço,
A Vida, essa coisa enorme, é que prende tudo e tudo une
E faz com que todas as forças que raivam dentro de mim
Não passem de mim, nem quebrem meu ser, não partam meu corpo,
Não me arremessem, como uma bomba de Espírito que estoira
Em sangue e carne e alma espiritualizados para entre as estrelas,
Para além dos sóis de outros sistemas e dos astros remotos.

Tudo o que há dentro de mim tende a voltar a ser tudo.
Tudo o que há dentro de mim tende a despejar-me no chão,
No vasto chão supremo que não está em cima nem embaixo
Mas sob as estrelas e os sóis, sob as almas e os corpos
Por uma oblíqua posse dos nossos sentidos intelectuais.

Sou uma chama ascendendo, mas ascendo para baixo e para cima,
Ascendo para todos os lados ao mesmo tempo, sou um globo
De chamas explosivas buscando Deus e queimando
A crosta dos meus sentidos, o muro da minha lógica,
A minha inteligência limitadora e gelada.

Sou uma grande máquina movida por grandes correias
De que só vejo a parte que pega nos meus tambores,
O resto vai para além dos astros, passa para além dos sóis,
E nunca parece chegar ao tambor donde parte...

Meu corpo é um centro dum volante estupendo e infinito
Em marcha sempre vertiginosamente em torno de si,
Cruzando-se em todas as direções com outros volantes,
Que se entrepenetram e misturam, porque isto não é no espaço
Mas não sei onde espacial de uma outra maneira-Deus.

Dentro de mim estão presos e atados ao chao
Todos os movimentos que compõem o universo,
A fúria minuciosa e dos átomos,
A fúria de todas as chamas, a raiva de todos os ventos,
A espuma furiosa de todos os rios, que se precipitam,

A chuva com pedras atiradas de catapultas
De enormes exércitos de anões escondidos no céu.

Sou um formidável dinamismo obrigado ao equilíbrio
De estar dentro do meu corpo, de não transbordar da minh'alma.
Ruge, estoira, vence, quebra, estrondeia, sacode,
Freme, treme, espuma, venta, viola, explode,
Perde-te, transcende-te, circunda-te, vive-te, rompe e foge,
Sê com todo o meu corpo todo o universo e a vida,
Arde com todo o meu ser todos os lumes e luzes,
Risca com toda a minha alma todos os relâmpagos e fogos,
Sobrevive-me em minha vida em todas as direções!

Álvaro de Campos, in "Poemas"
Heterónimo de Fernando Pessoa

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Animação genial by Donato Sansone



VIDEOGIOCO
animation and concept by Donato Sansone http://www.myspace.com/milk...
sound design by Enrico Ascoli http://www.enricoascoli.com

fonte http://curitibanocopo.com.br/

domingo, 18 de outubro de 2009

Tornando o mundo divertido



A campanha The Theory of Fun A Volkswagen é uma série de experimentos, capturado em vídeo, para descobrir se tornando o mundo mais divertido pode melhorar o comportamento das pessoas.
Muito legal

We believe that the easiest way to change people's behaviour for the better is by making it fun to do. We call it The fun theory

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Você sabe o que é VDM?

O VidaDeMerda.com.br é um site feito para você compartilhar com o mundo as desgraças inusitadas que detonaram o seu dia. Os relatos do site são públicos e criados pelos próprios usuários. Cada história começa com "Hoje" e termina com "VDM" e deve ser essencialmente engraçada. a idéia é lembrar as pessoas de que você pode encontrar humor até nas piores situações. Nada melhor que poder gritar aquele "mas que Vida de Merda!!" escancarado, com um sorriso no cantinho da boca, mesmo quando o mundo está caindo atrás de você.

Minha vida é uma merda, mas não dou a mínima

Algumas Tags

-Hoje meu namorado chegou na minha casa pegou o violão e começou a tocar. Eu falei "Aff, que música horrivel. Chega, né?", ele continuou tocando até terminar a musica, depois falou: "Se é horrivel, desculpa, mas é a música que eu fiz pra você" VDM

-Hoje minha namorada voltou de um intercâmbio de 6 meses. Juramos fidelidade nesse período. Fomos a um motel, e descobri que ela "aprendeu" vários, mas váááários truques. VDM

-Hoje estava fazendo café da tarde, quando resolvi fazer um achocolatado pro meu namorado que ele gosta muito e é meio caro. Cheguei pra ele pra contar e disse: "Adivinha o que eu estou fazendo especialmente pra você?" e ele fala: "Um regime?". VDM

-Hoje comprei um celular para o meu pai, entreguei o celular, ele me perguntou o número do celular de todos da família menos o meu! Aí eu perguntei: " Pai você não quer saber o número do meu celular? " ele responde: " Não, porque eu te ligaria? ".VDM

-Hoje percebi que TODOS os livros que a minha mãe me deu durante toda a minha vida são de auto-ajuda. VDM

-Hoje percebi que só minha mãe comenta nas minhas fotos do orkut. VDM

-Hoje meu enteado assumiu que é gay para a família e minha esposa disse que foi falta de uma imagem masculina para ele. Estamos casados e moramos juntos desde que ele tinha 2 anos. VDM

-Hoje eu tava brigando com meu pai e falei não tenho que ouvir isso de um porco e ele falou e eu não tenho que ouvir isso de um acidente.VDM

-Hoje parei no sinal e fu fazer a boa ação do dia, olhei para o carro do lado e falei "Porta aberta" o cara gritou "BOCA ABERTA É A MÃE". VDM.

Quer mais entra lá : http://vidademerda.com.br/

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Camuflagem Fotografica por Desiree Palmen


































Desiree Palmen uma talentosa artista holandêsa, usa técnicas de camuflagem para capturar fotos incríveis de pessoas 'que se misturam' com os seus arredores.

Quer mais clique http://www.desireepalmen.nl/

domingo, 11 de outubro de 2009

Dia da Criançada



Relembre



Amarelinha
O primeiro jogador, joga a pedra na primeira casa (1) e com um pé só pula esta pisando no 2, depois no 3 e 4 ao mesmo tempo, depois no 5 com um pé só, e depois no céu ( 6 e 7) com os dois pés ao mesmo tempo. Vira e volta, quando chegar no 2 pega a pedra no 1 e pula fora. Depois joga no 2. Pula no nº 1 com um pé só, salta o 2 e assim por diante. Não pode pisar na linha senão é a vez do outro.

Na linha não vai pisar
Pé dentro, pé fora
Esse pé não vai errar
Jogo d'Amarelinha
É pra menina pular
Cuidado pra não errar que a vida
É curta menina e nada se vai levar.
Nazaré Pereira




Queimada
Preparação:Cada time se coloca num campo, sendo que apenas um jogador de cada lado deverá se colocar atrás da linha de fundo do campo adversário sendo denominado de "reserva", que não pode "queimar" enquanto esta nesta função. Para decidir sobre a posse da bola e do campo, no início do jogo, esses dois jogadores virão colocar-se ao centro, entre os dois campos. Procede-se, então um sorteios. Feito isso, voltam os jogadores aos seus lugares, entregando-se a bola para o reserva do time que a obteve, para começar a partida, que é iniciada ao apito do instrutor.
Objetivo: é fazer o maior número possível de prisioneiros em cada campo. Será vencedor, o grupo que, no fim de um tempo previamente determinado, fizer maior número de prisioneiros, ou então, aquele que aprisionar todos os jogadores adversários.
Desenvolvimento: Ao ser dado o sinal de início, um jogador do partido a quem coube a bola, tente entregar a bola ao seu time que tem o objetivo de atira-la ao campo contrário com o propósito de atingir ("queimar") algum adversário com a bola. Se o conseguir sem que a bola seja agarrada antes de tocar no chão pelo jogador tocado ou por um companheiro do time dele, o jogador atingido é considerado prisioneiro e deve sair do seu campo, colocando-se no "cemitério", espaço posterior à linha de fundo. Feito o primeiro prisioneiro, o reserva volta ao seu campo para que tenha oportunidade de jogar também nesta posição. Atenção: quando o prisioneiro fica pela primeira vez com a bola, não pode "queimar" nenhum componente do time adversário.
A bola que, depois de haver tocado em um jogador, rola ou salta pelo terreno, pode ser recolhida por qualquer jogador, para ser arremessada novamente contra o grupo adversário. A bola pode, também ser recolhida por um adversário prisioneiro, a quem, neste caso, se permite apanhá-la e atirá-la a um companheiro seu ou queimar o adversário. O mais recomendável é agarrar a bola quando arremessada, o jogador só é carimbado se a bola bater nele e cair no chão, do contrário, se o jogador for carimbado, a bola continuar no ar, e ele a agarrar, não será carimbado. Neste jogo, como se vê, a rapidez de ação e a cooperação entre os jogadores, tem enorme importância.
(http://pt.wikipedia.org/wiki/Queimada_(jogo)




Bolinha de Gude

Bola-de-gude, bolinha-de-gude ou simplesmente gude, também conhecido como búlica ou bolita. Esse jogo possui várias modalidades, algumas delas são:
Círculo - É riscado um círculo no chão, onde os jogadores colocam um número pré-determinado de bolinhas, distribuído a vontade de cada jogador. Sorteado quem inicia, com sua bolinha a uma distância também pré-determinada tenta tirar do círculo a maior quantidade de bolas que passa a ser suas. Se errar é passada a vez. Se a bolinha atiradora ficar no círculo além da vez o jogador tem de deixá-la. Usa então outra bola, na sua vez.
Três covinhas - Esta variante consiste em fazer um percurso de ida e volta no qual o jogador tem que colocar o seu berlinde dentro de cada cova, podendo também acertar nos berlindes dos adversários, afastando-os das covas por forma a dificultar as suas jogadas. O vencedor ganha o número de berlindes pré-estabelecido antes do jogo. Algumas regiões as covinhas são cinco, sendo quatro na reta e uma na lateral formando um "L".
Jogo do Mata - Consiste no uso de apenas o berlinde principal (berlinde grande). Com um número de jogadores ilimitado, o objectivo é em espaço aberto tentar acertar a vez com o nosso berlinde num qualquer outro berlinde adversário. Se houver sucesso recebe um ou mais berlindes do adversário (conforme acordado) e o jogo procede com nova jogada. Em caso de insucesso passa a vez ao próximo jogador. O jogo só termina por vontade dos jogadores.

(http://pt.wikipedia.org/wiki/Berlinde)

"Teco, teco, teco teco
Teco na bola de gude
Era o meu viver
Quando criança no meio da garotada
Com a sacola do lado
Só jogava pra valer"
(Música que fez sucesso na voz de Gal Costa)




Bete-ombro

Bete-ombro, Bete, Bets, Bet, Bets lombo, Betcha , Becha de rua, que descende do "cricket". O objetivo principal do jogo é rebater a bola lançada pelo jogador adversário, sendo que durante o tempo em que o adversário corre atrás da bola, a dupla que rebateu deve cruzar os Betes, também chamados de taco ou remos, no centro do campo, fazendo assim um ponto cada vez que cruzam os tacos. Tem muitos adeptos, na maioria crianças. Este jogo é jogado por duas Duplas, sendo que uma tem o taco e a outra a bola. A Dupla que possui a bola tem por objetivo derrubar a "casinha" através do lançamento da bola, conquistando assim os "betes". Cada casinha é separada por uma distância de 12 metros. Uma circunfêrencia de 60 centímetros de diâmetro é desenhada em volta de cada casinha. Cada jogador da dupla que está com o "bete" fica posicionado em uma casinha, com o bete sempre tocando o chão dentro da circunferência da casinha (esta posição é referenciada como "taco no chão"), e devem rebater a bola, sendo que durante o tempo que a dupla adversária corre atrás da bola, a dupla que rebateu pode ficar trocando de lado no campo, sempre batendo os tacos no meio da quadra e sempre encostando o taco na circunferência da casinha, fazendo assim um ponto para cada vez que bater os tacos no meio da quadra. O ponto só é válido se os jogadores após baterem os tacos alcançarem a circunferência da casinha. Se a Dupla que correu atras da bola derrubar a "casinha" ou "queimar" os que estão com os betes, ou seja acertar a bolinha nos rebatedores antes de voltarem a suas respectivas casinhas, esta dupla ganha os "betes".
O jogo acaba quando uma das Duplas conseguir marcar 25 pontos (betes), ou 12 pontos para jogos mais curtos, cruzar os betes no centro do campo e contar até dez em voz alta. Se enquanto contam os adversários acertarem a bola nas costas da dupla que estiver com o betes, os betes passam para a outra dupla e o jogo continua. Também existe uma regra que após cruzar os tacos dentro do campo, a equipe que tem a bola deve parar no local onde pegou a bola rebatida e contar três passos, arremessando a bola em direção à equipe do taco. Caso a equipe da bola consiga acertar a equipe do Taco, essa será considerada vitoriosa. (e o que deixa o jogo mais interessante e divertido é que não existe uma regra fixa, vai de cada lugar, de cada região, portando, não se prenda a regras, use a sua).
Só marcam pontos a dupla que estiver com os betes.
O jogador com o bete deve manter sempre o taco encostado no chão e dentro da casinha.
Se os jogadores estiverem com os tacos fora da casinha, ou sem encostar no chão, o adversário que estiver segurando a bolinha pode derrubar sua lata no chão ou "queimar" os jogadores com os "betes" usando a bolinha e ganhar os betes.
Se o arremessador acertar a lata com a bola, os betes passam para os adversários.
Os jogadores com os "betes" não podem "betar" para trás da casinha em que estão.
(http://pt.wikipedia.org/wiki/Taco_(desporto)



5 Marias

O jogo da bugalha é um jogo em que o objectivo consiste em pegar pedrinhas no ar. Ganha quem passar cinco fases. Na primeira fase é necessário pegar uma pedrinha de cada vez. Na segunda é necessário pegar duas de cada vez, e assim sucessivamente. Quem deixar cair, perde. Esse jogo também é conhecido, em algumas regiões, como 5 Marias, 7 Marias ou ainda como Aleija Mão
No interior de São Paulo e em algumas outras regiões do país o jogo é constituído pelas fases:
1º - joga-se todas as peças para cima e tenta-se aparar o Maximo delas com as costas da mão. Cada peça que fica nas costas da mão vale dez pontos.
2º - joga-se uma das peças (à escolha de um dos adversários) para cima, e antes que esta caia, pega-se outra do chão (neste momento fica-se com as duas na mão) e em seguida separa esta uma que foi pega ao lado. Este movimento (jogar, pegar, separar) é chamado de jogada e repete-se até que acabem as peças.
3º - igual a fase dois, mas nas jogadas pega-se duas peças por vez.
4º - igual a fase dois, com uma jogada pegando uma, e outra pegando três.
5º - com as cinco na mão, joga-se uma para cima e coloca-se as outras quatro no chão. Joga-se esta uma pra cima de novo e pega-se as quatro.
6º - faz-se um gol com uma mão (polegar e indicador no chão), e enquanto se joga uma peça para cima, da uma palmadinha numa das peças do chão para que estas passem por dentro do gol. a ultima deve ser empurrada para o gol com uma única palmadinha. as demais, com duas.
Cada vez que a pessoa termina esta seqüência, volta ao inicio, somando-se os pontos da jogada anterior.
Se um jogador errar, ele passa a vez para o adversário e quando voltar a ser sua vez, ele pode continuar do inicio da fase em que tinha parado. Para iniciar as jogadas 2, 3 e 4 as peças devem ser jogadas no chão (e não colocadas).
As peças podem ser, alem de pedras, saquinhos (mais ou menos 3x4 cm) de tecido cheios de arroz, sementes, e tudo mais que a imaginação permitir.”

Criança Não Trabalha - Palavra Cantada